Há 13 milhões para a Cultura e Património do Norte até 2018

O mosteiro de Tibães é um dos monumentos abrangidos por este programa

O mosteiro de Tibães é um dos monumentos abrangidos por este programa (foto © Cláudio Rodrigues)

A Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) revelou esta segunda-feira que espera investir 13 milhões de euros, até ao final de 2018, em Cultura e Património. Aquele organismos público pretende descentralizar o capital investido nas duas áreas através de um trabalho em rede que envolve dioceses, autarquias e agentes culturais locais, com os quais já foram estabelecidos protocolos de colaboração.

Em comunicado, a DRCN afirma que pretende “criar sinergias alargadas em todo o território” e garante que esta iniciativa terá “repercussões ao nível das economias locais”. Do total do montante a investir, 2,5 milhões de euros vão ser canalizados para intervenções interestruturais de qualificação e valorização no património imóvel, móvel e integrado de sete sés e catedrais da região norte: Braga, Bragança, Lamego, Miranda do Douro, Porto, Vila Real e Viana do Castelo.

O mesmo valor monetário vai ser canalizado para o melhoramento e criação de espaços de receção e acolhimento, para iniciativas culturais e artísticas e para a divulgar os espaços monásticos dos Mosteiros de Arouca, Grijó, Rendufe, Tibães, Pombeiro e Vilar de Frades.

Também com um investimento de 2,5 milhões, estão previstas obras nos castelos raianos de Montalegre, Monforte de Rio Livre (Chaves), Outeiro (Bragança), Mogadouro e Miranda do Douro.

A iniciativa da DCRN pretende também disponibilizar dois milhões de euros para a reabilitação e restauro da Igreja de Santa Clara, no Porto. As candidaturas “Artes no Território a Norte” e “Dias do Património a Norte” têm um montante previsto de 400 mil euros cada.

Esta iniciativa, que surge no âmbito das candidaturas apresentadas ao Programa Operacional Norte 2020, visa salvaguardar e proteger o património nacional, segundo a DRCN.